
Era muito rico, vaidoso e estranho, toda a gente dizia que era maricas. Para nós era apenas o "Gordo".
Nunca tinha visitas, a não ser uma filha que lá ia no Natal.
Ainda me lembro! Quando foi para o tirar dentro de casa, já morto, foi uma carga de trabalhos.
O meu pai ainda gozou com isso uns tempos. - «não comas muito, que ainda inchas como o Gordo e nem 7 bombeiros te valem!» - agente ria-se muito e batia com as mãos em cima da mesa.
A minha mãe não achava piada nenhuma.
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